terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Vermelho - disse ela



“Vermelho” - disse ela - “Porque não vivo apenas para conjugar os verbos... preciso fazê-los sangrar.”

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A coincidência na Rede...

A coincidência na Rede; recebo um e-mail de Olhares.com, dizendo que tinha um comentário a uma foto minha, fui ver e encontrei o comentário simpático, demasiado simpático a meu ver. Abri o site de OLHARES.com - Fotos de Ana Mokarzel e descobri que a pessoa em questão devia estar a retribuir um outro comentário de outra pessoa minha homónima, outro António Maia.
Feliz coincidência aquele amigo existir e ainda melhor foi ter descoberto esta excelente fotógrafa, Ana Mokazel, da qual deixo estes três registos.
Obrigado pelo teu trabalho, Ana!

Gota D'água



salent pain



janela da alma


quinta-feira, 22 de maio de 2008

JOHN WILLIAM GODWARD

John William Godward nasceu na Inglaterra em 1861, numa família de largos recursos, que definitivamente desaprovou sua decisão de dedicar-se à vida artística. Apesar de tais objeções, Godward dedicou-se à pintura e participou de exposições na Royal Academy de 1887 em diante.

Godward foi um grande admirador de Alma-Tadema, e, realmente, pode-se ver sua influência nos admiráveis mármores e tecidos. Godward foi tambem, grandemente influenciado por Lord Frederic Leighton, como pode ser observado no acabamento acetinado das telas. Os temas de Godward eram principalmente mulheres belas, colocadas em cenários clássicos.

Em 1912 Godward deixou a Inglaterra e foi para a Itália com sua modelo de cabelos escuros -vista em Dolce Far Niente e Noonday Rest- . Seus pais, sentindo-se insultados, romperam definitivamente o contato com ele, cortando até sua imagem dos retratos da família.

Godward voltou à Inglaterra em 1919. Nessa época, contudo, seu trabalho já não era mais considerado importante, tanto pelos críticos quanto pelo público.

Desligado da família e com o seu prestígio como pintor abalado, cometeu suicídio em 1922, deixando uma nota dizendo que o mundo não era bastante grande para ele e Picasso.




1890 - A Pompeian Bath, Private collection


1908 - Athenais, Private collection


1901 - Venus at the Bath, Private collection


1913 - In the Tepidarium, Private collection


The Mirror, Private collection

sábado, 17 de maio de 2008

"A simplicidade é a maior dificuldade para os que tornam difícil o que sempre foi tão fácil" (Celito Medeiros)








Celito Medeiros, artista plástico, escritor e engenheiro, nasceu em 1951, em Meleiro, no Estado de Santa Catarina e reside em Curitiba, Paraná, Brasil.

Provindo de uma família de agricultores, foi interno em um seminário católico por oito anos e o desenvolvimento de sua área cultural foi muito variado, já que estudou música, tocou diversos instrumentos de uma orquestra, fez peças de teatro, cantou em coral e, principalmente, pintou arte sacra e escreveu em diversos estilos. Tendo pintado desde criança, fez Escola de Belas Artes em 1984.


OBRA

Escritor e Poeta, com 45 livros editados em solo e participações.

Artista Plástico Internacional com mais de duzentas exposições individuais, mais de quatro mil pinturas tradicionais e por computador, é catalogado no Brasil e Exterior com verbete no Dicionário de Artes Mundiais, Membro da Associação Internacional de Artes Plásticas e Visuais - ACEA'S.

Precursor da Pintura por computador, deixou a pintura tradicional por esa nova ferramenta, para inovar no que pensa ser a arte do futuro já no presente. Confundida com arte digital, a Pintura por computador já foi defesa de tese de mestrado em Londres e hoje já é lecionada na Unopar, Universidade Norte do Paraná, de Londrina, formando sua primeira turma neste ano de 2007.


PRÉMIOS

Prêmio da Academia de Ciências, Letras e Artes de Paris, teve este ano (2007) o convite para uma Exposição no Museu do Louvre, a cargo da curadora Diva Pavesi.

Embaixador Universal da Paz (Embaixada de Genebra, Suiça), Cônsul dos Poetas del Mundo, Prêmio Unesco,
Talento do Paraná,
Super Cap de Ouro dos Jornais Associados de São Paulo (Oscar Brasileiro), entre outros prêmios expressivos, nacionais e internacionais.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Valéria Lima

A andar


A pegar


A festejar


A seduzir


A pensar


A posar

terça-feira, 22 de abril de 2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Liberdade - Askatasuna

Marquês de Pombal, 25 de Abril, 15 horas.

Um abraço pela Liberdade a quem luta por ela.
Viva a luta do povo basco pela independência nacional!
Liberdade aos presos políticos!

sexta-feira, 14 de março de 2008

E você, o que pensa?

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais...”

“... Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo... onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos... onde a falta de pontualidade é um hábito... Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano... Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos... Onde não existe cultura ou o gosto pela leitura (os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler")... onde não há consciência nem memória política, histórica nem económica... Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns (os ricos)... Onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas"... etc. etc. etc.

“Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política (e no futebol), essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier.


Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.


Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.


E você, o que pensa?.... MEDITE!”


EDUARDO PRADO COELHO

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Guardar o que está perdido


A mulher de Noé não queria entrar na arca e chegou mesmo a esbofetear o marido. A Bíblia silencia a respeito desse episódio do Dilúvio, mas sua veracidade é irrefutável.(...) A mulher de Noé esbofeteou o marido? Sim e não: É verdade e é mentira, realidade e ficção. Esse facto, ou preclara invenção da manhã dos tempos, conduz-me à natureza da vida, e seu desdobramento criador que é a arte. A criação literária é ao mesmo tempo confissão e escondimento. Todos falamos a verdade e todos mentimos. A nossa própria existência, soma inumerável de versões intestinas e alheias, é uma ficção.
...

(Jornal de Letras, artes e ideias) Lêdo Ivo

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Canção Cruel

...
Corpo de ânsia
flor de volúpia sem lei!
Não te apagues, sonho! Mata-me
Como eu sonhei.


José Régio
Pega na minha mão e atravessa comigo o espelho. Parte para o outro lado do mundo. Suspende o tempo e engana a realidade...

Acerca de mim

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Alegria de viver mesmo na adversidade

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